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Dicas para contratar Palestras Motivacionais

Dicas para contratar Palestras Motivacionais • 1- Qual a finalidade da contratação de uma palestra? • 2- Currículo do palestrante – Quem é, e quais experiências acumula? • 3- Adéqüe o Palestrante ao público e ao evento • 4- O que a palestra deve gerar nas pessoas depois de terminada, dentro da empresa? Entenda melhor! Para quê você deseja contratar uma palestra motivacional? Pense sempre com uma visão macro de sua contratação, elencando os benefícios que deseja alcançar com elas, uma vez que este mercado de palestras motivacionais está em alta no Brasil e, bons palestrantes têm um custo mais elevado, então é preciso fazer um projeto e ter definidas quais metas alcançar. Quem é o palestrará em sua empresa? Quais experiências no mercado, em que áreas atua, qual a formação acadêmica, que especializações acumula e quais resultados alcançou em seu ramo? Esses dados são extremamente relevantes para eleger o palestrante motivacional certo e que atenda as suas necessidades. Lembre-se que escolher um palestrante que tenha o perfil certo é base fundamental para que seus colaboradores sejam exatamente motivados. Imagine que você deseja motivar sua equipe de vendas, você não vai contratar um profissional que não entenda de vendas, que não fale a linguagem dos vendedores e mais ainda, não conheça a realidade do mercado? Claro que não! Seja criterioso quanto a isso. É preciso ficar claro ainda que a contratação de palestras motivacionais requer não apenas o conhecimento do currículo do palestrante contratado e de seu “know how”, toda palestra deve fazer parte de um planejamento maior e ter um acompanhamento posterior para que as metas e os resultados projetados pela empresa sejam alcançadas e, consequentemente, a motivação entre os colaboradores seja mantida. Nesse sentido uma prospecção e acompanhamento dos resultados são fundamentais, por isso chamar o Professor Daltro não tem erro!

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Brasileiro é o profissional mais estressado do mundo

Os profissionais brasileiros são os mais estressados, segundo pesquisa da Robert Half. Um estudo divulgado pela consultoria mostrou que 42% dos entrevistados afirmaram ser muito comum ouvir os funcionários se queixarem sobre o tema. De acordo com os dados, a média mundial é de 11% e o Chile é o segundo país (33%) com mais relatos sobre o problema. As três principais causas para o estresse no Brasil são o excesso de trabalho (52%), falta de reconhecimento (44%) e as pressões econômicas (38%). Os pesquisados responderam que o trabalho em equipe (60%) e a reestruturação das tarefas (51%) poderiam ser implantados para resolver a questão. O levantamento foi feito com 1.775 diretores de recursos humanos em 13 países, sendo 100 deles do Brasil. SOLUÇÃO PARA O ESTRESSE CORPORATIVO? Nós resolvemos! Prof Daltro (Fonte: Convergência Digital – Carreira )

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Mulheres no trabalho são mais inovadoras

Força feminina representa 51% do empreendedorismo no País; especialistas apontam mais habilidade no setor de RH Rodrigo Borba Depois de conquistar o mercado de trabalho, muitas mulheres não se contentam apenas em administrar a comodidade de ter um emprego formal e todas as garantias que ele traz. É o que revela um levantamento da Global Entrepreneurship Monitor, que aponta que a força feminina já responde por 51% dos empreendedores brasileiros na ativa. Na comparação entre os sexos, elas têm mais facilidade para a inovação e para a retenção de talentos. Outro dado, dessa vez da Endeavor, mostra que 57,7% dos homens declararam sentir dificuldades na área de recursos humanos ou no processo produtivo. Esse percentual cai para 34,6% entre o público feminino. A coordenadora da Endeavor no Rio Grande do Sul, Bruna Eboli, destaca que, enquanto os homens se concentram em áreas tradicionais, como a indústria, as mulheres inovam no processo produtivo, no marketing e nos recursos humanos, valorizando a integração da equipe. “As mulheres têm muito mais facilidade no contato com as pessoas e na melhoria dos processos”, compara. Para a especialista, o empreendedorismo é um caminho sem volta. Cita o fato de mais de 70% dos brasileiros já pensarem em ter o seu próprio negócio para fundamentar a teoria. E a tendência é de as mulheres acompanharem essa evolução. No Rio Grande do Sul, marcam presença em, praticamente, todas as áreas, não apenas nos segmentos de moda e beleza, dominados pelo público feminino. “O ambiente industrial ainda é muito masculino”, pondera Bruna. O consultor na área de empreendedorismo da Fundatec, José Eduardo Fróta Albuquerque, ressalta a maior capacidade de gerenciamento delas. A maioria das micros, pequenas e médias empresas têm um ciclo de vida curto, permanece em operação, em média, de 1,5 a 4,5 anos. “A maior dificuldade não é colocar um negócio, mas mantê-lo. E as pessoas não conseguem por dois aspectos básicos: pela falta de capacitação e pela falta de planejamento”, revela. No entanto, dos negócios que conseguem ultrapassar tal barreira, 67% têm mulheres à frente. “Elas têm mostrado maior capacitação, nível de organização e planejamento financeiro. O homem se baseia muito pelo intuitivo”, avalia. Albuquerque também aposta no crescimento das mulheres no ramo empreendedor. Entre os motivos, ele ressalta a disponibilidade de saírem da zona de conforto e a busca pela qualificação. “Muitas vezes, são separadas, divorciadas ou viúvas que precisam dar um novo rumo para suas vidas”, acrescenta. No Brasil, entre 28% e 30% das empreendedoras têm entre 31 e 40 anos. Desse total, de 55% a 60% estão nas regiões Sul e Sudeste. Para Albuquerque, tal desempenho tem a ver com a disponibilidade de elas deixarem a zona de conforto do emprego formal e da casa. “Mostram maior garra e não se importam com a tripla jornada”, diz o consultor. Vinícola em Itaqui se destaca pela administração feminina A inauguração da Vinícola Campos de Cima, em Itaqui, prevista para o início do próximo ano, é a consolidação do sonho de três mulheres: Hortência Ayub, 60 anos, e suas duas filhas, Manuela, 33, e Vanessa, 37. O projeto se iniciou em 2002 com o plantio de 15 hectares de vinhedos na fazenda da família, a 100 quilômetros da cidade. As mudas foram importadas da França e da Itália. O empreendimento, na sua totalidade, exigiu um investimento de R$ 1 milhão. “Queríamos uma alternativa que não fosse o arroz e a pecuária, as principais atividades da fazenda, mas que envolvesse as mulheres”, lembra Hortência. A implantação levou em conta a potencialidade da Metade Sul no segmento. A produção começou em 2006 em parceria com outras vinícolas, e a comercialização deslanchou três anos depois. Atualmente, são produzidas cerca de 40 mil garrafas de vinho por ano. A venda é feita quase toda diretamente ao consumidor e os preços variam de R$ 18,00 a R$ 40,00 a garrafa. Os principais compradores estão em São Paulo, Porto Alegre e Brasília. “A vinícola das mulheres”, como já ficou conhecida na região, não ganhou o nome à toa. Grande parte da mão de obra nos vinhedos é formada por elas. O marido de Hortência, o médico e pecuarista José Silva Ayub, costuma dar sua colaboração ao empreendimento. “Ele também se envolve, mas o negócio é nosso”, faz questão de frisar Hortência. FONTE: http://jcrs.uol.com.br/site/noticia.php?codn=127518

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As 10 razões para o humor ser valorizado no mercado.

Quem já assistiu qualquer uma das minhas palestras sabe que são muito divertidas, fundamentadas em pesquisas científicas e essencialmente bem humoradas. Hoje, um amigo que já me viu, me enviou isso. “De acordo com a respeitada revista americana Forbes, algumas empresas já procuram funcionários com bom humor para melhorar o rendimento da equipe.” Por isso, a publicação listou dez razões para o humor ser valorizado no mercado. Confira: 1- As pessoas gostam de trabalhar com pessoas divertidas, bem humoradas; 2- Humor espanta o estresse; 3- Humanizar o ambiente; 4- Humor deixa todos à vontade; 5- Acessibilidade. Pessoas com melhor humor são mais acessíveis; 6- Pensamento criativo; 7- Confiança; 8- Aumenta a moral; 9- Humor pode trazer destaque; 10- Aumenta a produtividade. Entendeu porque eu cultivo o bom humor no meu trabalho? Sorte, Saúde Sucesso…Sempre! Daltro Monteiro

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6 regras que as pessoas de sucesso não quebram

Especialistas reconhecem um padrão na atitude de profissionais bem sucedidos, confira quais as características comuns a quem chegou bem ao topo São Paulo – Alguns aspectos são comuns às pessoas bem sucedidas, dizem os especialistas. Seja qual área de trabalho for, é possível encontrar certo padrão de atitude que impulsiona a escalada na carreira profissional. “Encontro características comuns às pessoas que tem maior sucesso”, diz Eliane Figueiredo, diretora – presidente da consultoria Projeto RH. Ou seja, conforme escreveu a blogueira Penelope Trunk, há, sim, algumas regras que profissionais que chegaram ao topo não quebram. Confira quais são elas, na opinião de duas especialistas: 1 Ação permeada pelo entusiasmo “São pessoas que têm entusiasmo pelo que fazem”, diz Sueli Volpiano, consultora em desenvolvimento profissional e coach. Ela relaciona o entusiasmo e prazer pela ação ao alinhamento da atividade à missão que a pessoa entende ter no mundo. “O entusiasmo vem quando a pessoa sente que o que ela faz está alinhado ao que ela é e ao propósito da sua vida”, diz Sueli. Sem entusiasmo não há superação, destaca Eliane. “A pessoa faz por fazer e não vai sair daquilo, fica na mesmice”, diz. Mas, estar em um emprego ainda distante dos seus sonhos não precisa ser uma razão para perder o entusiasmo, segundo Sueli. Ela ressalta que muitas vezes o trabalho atual pode ser distante missão que a pessoa entende ter na vida, mas se for encarado como uma etapa de um plano maior, a motivação não diminui. “Isso acontece quando a pessoa entende importância daquela etapa”, diz. 2 Não ter medo de errar O medo paralisa o risco é não sair do lugar. “Um dos aspectos marcantes é que são profissionais que não têm medo de errar”, diz Eliane Figueiredo. Segundo ela, são pessoas que têm objetivos e se lançam em ações sabendo do risco de dar errado. “E se as coisas dão errado, lançam alternativas, e a gente sabe que muitas boas ideias surgem a partir de erros”, diz. 3 Comprometer-se com o resultado O prazer está no processo, na ação para o resultado. Mas as pessoas bem sucedidas não perdem de vista a meta. O comprometimento com ela é visível, segundo os especialistas. “São pessoas que não prometem o que não podem cumprir”, diz Eliane. Encarar obstáculos e não se deixar vencer por dificuldades é uma das características de quem mantem o compromisso com o resultado, lembra a especialista. “São pessoas que vão atrás, não se abatem e resolvem os problemas”, explica Eliane. 4 Ter em vista o objetivo de carreira Uma das regras do sucesso profissional é saber aonde se quer chegar. O prazer está no caminho, mas ele leva a um destino e defini-lo, ainda que deixando espaço para eventuais ajustes na rota, é um ponto importante para saber qual trilha seguir. “É desfrutar do caminho, mantendo em vista aonde quero chegar”, explica Sueli. 5 Investir na comunicação e no poder de influência “A habilidade de comunicação é um aspecto fundamental nas pessoas de sucesso”, diz Sueli. Um bom comunicador também sabe ouvir e tendo em vista o seu destino sabe que no meio do caminho existem pessoas, destaca a especialista. “A gente não trabalha sozinho”, diz Eliane. Daí a importância em construir um bom relacionamento com os pares. “Quando se constrói alianças é possível influenciar as pessoas”, diz Eliane lembrando que pessoas de sucesso são inspiradoras. “Elas motivam outras pessoas a comprar suas ideias e a ir junto com elas”, diz a diretora presidente da Projeto RH. Sueli também lembra que dentro desta habilidade na comunicação há também a capacidade de ser flexível para se adaptar ao contexto. “São profissionais que percebem os sinais do meio e das pessoas e promovem ajustes”, diz. 6 Não se esquecer da vida pessoal O sucesso é genuíno quando ele não tem como custo a anulação da sua vida pessoal. “ Em executivos de nível sênior ter deixado a vida pessoal de lado é motivo de grande arrependimento e até depressão”, diz Eliane. Por isso, o equilíbrio é deve ser a regra de ouro e as duas especialistas recomendam a inclusão de um tempo de descanso na agenda. “Reservar um momento para si é bom para fazer uma avaliação da trajetória. Quando a pessoa está mergulhada no processo pode perder elementos importantes até relacionados aos seus objetivos finais”, diz Sueli. FONTE: http://exame.abril.com.br/carreira/noticias/6-regras-que-as-pessoas-de-sucesso-nao-quebram?page=1

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Paulo Freire estava certo quando afirmou que ensinar é uma especificidade humana.

Artigo: Como as Emoções Conduzem a Vida de Um Educador. “Motivação, Autoestima e Felicidade nas Relações”

17/07/2013
Daltro Monteiro, palestrante ()

Perguntei para mais de 67.000 educadores em todo Brasil: O que mais estressa o professor?

O não trabalhar em equipe; (17.04 %)
Excesso de trabalho; (15.22 %)
Os colegas sempre reclamando; (14.66 %)
Os alunos; (12.20 %)
O salário; (12.06 %)
As fofocas; (10.38 %)
Conflitos interpessoais; (9.12 %)

Podemos concluir que a desmotivação nas escolas de todo o Brasil se resume basicamente no estresse do educador que não sabe trabalhar em equipe e sente excesso de trabalho. Segundo pesquisa realizada pelo Ibope, no ano de 2007, ficou constatado que a grande maioria dos professores sofre de estresse, em especial os profissionais da rede pública.

No intuito de esclarecer as dúvidas, desenvolvemos conferencias a que instrumentaliza o professor a prevenir tais problemas denominados de “Aula-Palestra-Show”, o qual sua essência é apresentar de uma maneira didática, motivacional e essencialmente fundamentada em várias pesquisas cientificas as soluções da baixa autoestima do professor nas escolas, trazendo de ordem prática ‘cases’ de sucesso em várias partes do Brasil, educadores que assimilaram a Idea e resolveram tais desafios. Apontar causas e medidas de prevenção, segue abaixo algumas informações que poderão auxiliar o professor a evitar ou, até mesmo, solucionar problemas de modo que apresente uma vida saudável.

Atitudes que favorecem a eliminação do estresse na sala de aula

• Reserve um tempo para estudar e planejar;

• Busque reunir-se com colegas, não esquecendo dos momentos de lazer;

• Evite lecionar com carga horária extensa;

• Pratique exercícios físicos;

• Descanse mais;

• Leia e assista filmes;

• Faça caminhada;

• Prefira reduzir as despesas ao invés de dobrar a carga horária;

• Dedique à formação continuada, contribuindo para um melhor preparo diante das adversidades, conseqüentemente estará mais seguro na sala de aula;

• Participe da construção do currículo e do projeto político pedagógico da escola;

• Aproxime a família da escola;

• Busque uma boa convivência com os alunos;

• Valorize e busque o trabalho em equipe;

Outras conclusões de nossas vivências nas “escolas estressadas” notamos que uma sala de professor produtiva tem sempre pessoas gostam de trabalhar com pessoas divertidas, bem humoradas. Sabe aquele professor que todo mundo gosta? Outra característica que percebi é o bom humor no clima organizacional da escola, humor espanta o estresse, humor deixa todos à vontade, professores com melhor humor são mais acessíveis além de aumenta a produtividade escolar, aumenta a moral da equipe e o pensamento criativo fica sempre presente. Outra dica que damos é humanizar o ambiente, ou seja, a proposta que Paulo Freire sempre defendia quando trazia a educação humanista.

Notei que mesmo de anos pós uma “Aula-Palestra-Show”, proferida com esse enfoque as diretoras, secretárias de educação entre outros líderes educacionais relatavam o entusiasmo ficava mais presente em seu time. Perfeito! O entusiasmo vem quando a professora sente que o que ela faz está alinhado ao que ela é, e ao propósito da sua vida conectado com o cotidiano.

Paulo Freire estava certo quando afirmou que ensinar é uma especificidade humana, isso significa também que tal habilidade desse Ser não pode ser um agente estressor.

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RECOMENDO aos Professores >>> Pedagogia da Autonomia

Pedagogia da Autonomia1 é um livro da autoria do educador brasileiro Paulo Freire, sendo sua última obra publicada em vida. Apresenta propostas de práticas pedagógicas necessárias à educação como forma de construir a autonomia dos educandos, valorizando e respeitando sua cultura e seu acervo de conhecimentos empíricos junto à sua individualidade. A obra reúne experiências e novos métodos, que valorizam a curiosidade dos educandos e educadores, condenando a rigidez ética que se volta aos interesses capitalistas, que deixam à margem do processo de socialização os menos favorecidos. O autor baseou-se durante o desenvolvimento do livro, em ideias progressistas de ensino, isto é, levando em conta, principalmente, o conhecimento do aluno em diálogo com a disciplina, porém oposto ao caráter autoritário e assinalando a atitudes para estimulação da liberdade para obter a disciplina, e também valorizando a experiência de vida como primordial para o efetivo aprendizado. Além de evidenciar severas críticas ao fatalismo, ao neoliberalismo e a globalização. Primeiramente Paulo Freire enfatiza que para um educador cuja perspectiva seja progressista, é necessário estar de acordo que só é possível ensinar em processo que é obtido socialmente e, não se trata de um ato de transmissão de conhecimentos, mas sim criação de oportunidades para a construção dos saberes,representando um processo de formação,na qual o educando se torna sujeito de seu conhecimento,porém, ambas as partes desse processo passam por um aprendizado. Entretanto, nesta formação é indispensável que o docente possibilite ao aluno um objetivo a ser traçado em sua busca ao conhecimento. Dessa maneira, os alunos vão ter qualidades críticas e serão capazes de criar. Da mesma forma, cabe a ele estimular os seus alunos a verificarem os conteúdos de suas próprias descobertas, assim, os formará autônomos de seus conhecimentos e disciplinados metodologicamente. Antagônico aos alunos de um professor com raízes tradicionais, que repetirá tudo que já foi lido depositando os conhecimentos, anulando o poder de indagação, de curiosidade do educando para construir o próprio saber. Ou seja, as dúvidas e curiosidades são silenciadas pelo autoritarismo do educador, que se enxerga como possuidor de um conhecimento indiscutível. As ideais progressistas pedagógicas, de forma alguma, devem ser confundidas com um ato de espontaneidade e liberdade dos professores e alunos diante da construção desse conhecimento.Cabe aos educadores conduzirem de forma metodológica os conteúdos ensinados para que essa prática seja eficiente. Como eixo norteador de sua prática pedagógica, Freire defende que “formar” é muito mais que formar o ser humano em suas destrezas, atentando para a necessidade de formação ética dos educadores, conscientizando-os sobre a importância de estimular os educandos a uma reflexão crítica da realidade em que está inserido. Assim como defende o ideal o qual , o indivíduo deve se comportar como ser histórico e ativo de suas opiniões e atitudes. Para a inexistência de seres que apenas se adaptam,se tornando objetos da sociedade, faz-se necessário a conscientização não como solução utópica para qualquer eventualidade, e sim, com a finalidade de formar uma nova consciência crítica para enfrentar barreiras em sua trajetória e em seu autoconhecimento. Sendo radical às ideias fatalistas e às doutrinas neoliberais. Possuir uma visão fatalista significa enxergar o destino como irrevogável, e apenas esperar o futuro acontecer, sem qualquer possibilidade de mudança através da capacidade crítica que possuímos. Essa ideologia é disseminada pelo sistema dominante, o qual vê vantagem em ter uma população que enfrente os problemas passivamente. Para o encorajamento de seres críticos, dentro do espaço escolar, é fundamental ao educador contrapor com seu discernimento necessário para o engajamento às melhores condições estruturais à educação. E adentrar-se sem contradizer o partidarismo político que esteja envolvido, exigindo garantia de causas relacionadas à educação. Por isso, a prática educativa consiste em uma forma de politizar e nunca ser indiferente a diversos olhares sobre a realidade e possuir esperanças na melhora do que ainda não está no ideal para a situação da educação brasileira. Enfatiza também alguns aspectos primordiais, porém nem sempre adotados pela sociedade atual, como: simplicidade, humanismo, ética e esperança, já que, na sua visão, o capitalismo leva a sociedade a um consumismo exacerbado e a uma alienação coletiva, através, principalmente, dos veículos de comunicação de massa. Nota-se também um saber de extrema importância dentro da pedagogia que é o saber ético, ou seja, nunca impedir o outro de refletir. Ainda mais que, dentro da sociedade, os valores morais e éticos estão cada vez mais perdendo seu respeito. Com a globalização, a ética está agindo a favor dos interesses da economia e do lucro que dela é gerado e não favorecendo os interesses humanos de convívio, respeito e justiça. A ética só diz respeito, dentro do sistema, a minorias protegidas pelo lucro, havendo um domínio sobre as outras classes quanto a ideologias a serem seguidas, à educação a serem transmitidas,etc. Segundo o autor, o fracasso educacional deve-se em particular a técnicas de ensino ultrapassadas e sem conexão com o contexto social e econômico do aluno, mantendo-se assim o status quo, pois a escola ainda é um dos mais importantes aparelhos ideológicos do Estado. Quanto a disciplina dentro do espaço pedagógico em que o educando está inserido é inadmissível qualquer tipo de permissividade, pelo contrário, Freire atenta seu olhar ao fato de que o professor tende a estimular a liberdade por meio da disciplina. E manter esse ambiente, por meio de sua figura como autoridade, isso é, de quem coordena as atividades, consciente do respeito, possuindo humildade e ética necessária para a prática educativa se efetivar, e depositar responsabilidade em seus alunos e a partir dessa atitude, impor os limites de comportamentos dentro do espaço escolar para de fato usarem de maneira correta a liberdade concedida. FONTE: http://pt.wikipedia.org/wiki/Pedagogia_da_Autonomia

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Como ter sucesso profissional com as leis de Newton

Sair da caixa e ir além da própria área de atuação é o que diferencia um grande talento hoje em dia. Saber analisar as movimentações de inovações e tirar proveito disso é muito importante para todo profissional. Um exemplo de visão foi Isaac Newton, físico e matemático inglês, mas também astrônomo, alquimista, filósofo natural e teólogo – talvez seja mais conhecido pela história da maçã que ao cair de uma árvore sobre sua cabeça serviu de insight para a lei da gravitação universal. “O que alguns podem não saber é que Newton foi revolucionário em vários sentidos porque ousou ir além dos padrões de conhecimento da época, pois dedicou muitos dos esforços aos estudos da alquimia, o que era proibido naqueles tempos”, explica Maristela Guimarães André, consultora do Instituto KVT – Desenvolvimento da Consciência Empresarial. Sem dúvida, a ousadia de Newton, inclusive com ligações com a sociedade secreta rosa-cruz, fraternidade que ficou publicamente conhecida no século XVII através de três manifestos e insere-se na tradição esotérica ocidental, nos mostra o profundo caráter investigativo e criativo de seus trabalhos, e é fato que suas três leis sobre o movimento, princípio da inércia, a lei da força e o princípio da ação e reação, mudaram a ciência, mas também conseguiram o efeito notável de se popularizarem influenciando a sabedoria popular, nos ensinando princípios de comportamentos muito úteis. Movimente-se! A sua primeira lei diz: “Todo corpo continua em seu estado de repouso ou de movimento uniforme em uma linha reta, a menos que seja forçado a mudar aquele estado por forças imprimidas sobre ele.” Ou seja, quem nunca ouviu algo parecido com: “quem fica parado é poste?”. Da mesma maneira, se você quer que algo aconteça na sua vida, seja para impulsionar sua carreira, para alcançar suas metas e objetivos, para, como se diz, “dar um up” em tudo que faz, sabe que precisa fazer o seu movimento, direcionar sua força para o foco almejado e assim sair da inércia e imprimir sua capacidade e seu talento naquilo que faz. O que só irá confirmar a segunda lei que diz: “A mudança de movimento é proporcional à força motora imprimida, e é produzida na direção da linha reta na qual aquela força é impressa”. Ainda segundo a consultora, em outras palavras, o retorno de seus esforços virá na medida do seu empenho, dedicação e comprometimento com o objetivo a serem alcançados, tanto pessoais quanto profissionais, porque as leis de Newton são universais, isto é, se aplicam às particularidades e ao todo da natureza, inclusive, a natureza humana. O que nos leva, à terceira lei que diz: “A toda ação há sempre oposta uma reação igual, ou, as ações mútuas de dois corpos um sobre o outro são sempre iguais e dirigidas a partes opostas”. “Ou seja, tudo aquilo que nasce com sinceridade de propósitos, com objetivos claros e verdadeiros, não só atrai oportunidades e pessoas compatíveis, como também enriquece o campo das relações e dos aprendizados, porque cada pessoa é única, e para cada uma, há aquelas que são afins e aquelas com quem temos que aprender a conviver”, conclui Maristela. Fonte: Como ter sucesso profissional com as leis de Newton | Portal Carreira & Sucesso

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As energias que vêm do coração – Centro cardíaco irradia ondas de energia poderosas, possui uma inteligência específica e pode ser o elo entre nós e uma realidade transcendente.-

É inacreditável, mas até hoje se sabe muito pouco sobre o coração. Porém resultados de pesquisas a respeito desse órgão vital realizadas nos últimos 20 anos estão deixando alguns cientistas completamente boaquiabertos. “O coração é o centro físico de um sistema circulatório com 75 trilhões de células. É também o centro eletromagnético do corpo, emanando 5 mil vezes mais eletromagnetismo que o cérebro e seis vezes mais eletricidade. Cerca de 60 a 65% de suas células são neurais, exatamente como os neurônios cerebrais”, escreve a autora americana Cindy Dale num parágrafo que resume boa parte das pesquisas científicas atuais sobre esse assunto e que faz parte de seu livro The Subtle Body (O Corpo Sutil, ainda sem versão em português). Hoje já se sabe que o campo eletromagnético liberado pelo coração tem o mesmo formato do campo que irradia da Terra ou do Sol. Também já foi provado que ele é extraordinariamente mais potente que o campo cerebral e que pode ser medido a uma distância de até 3 m. Estudos científicos indicam igualmente que dentro do coração há um pequeno cérebro, um sistema nervoso independente, com aproximadamente 40 mil neurônios. Esse complexo neuronal é gerador de uma inteligência própria, diferenciada, que processa informações e que também envia sinais para o sistema límbico cerebral (responsável pelo processamento das emoções) e para o neocórtex (a parte onde acontecem os pensamentos). Isso quer dizer que existe um fluxo constante de troca de informações do cérebro para o coração e do coração para o cérebro. Na realidade, a troca de informações do coração para o cérebro é bem maior, fato que acrescenta ainda mais mistérios nessa relação. “Nosso cérebro emocional-cognitivo tem uma conexão direta e neural com o coração. Por meio das conexões entre os neurônios, sinais positivos e negativos de nossas respostas ao momento presente são enviados a cada momento para o coração”, diz o pesquisador Joseph Chilton Pearce no livro The Biology of Transcendence (A Biologiada Transcendência, sem versão em português). “O sistema neural do coração não tem capacidade de perceber ou analisar em detalhes o contexto dessas mensagens emocionais e mentais que nos chegam do sistema cerebral límbico e cortical”, diz o pequisador americano. “Mas é capaz de validar essas mensagens positivas ou negativas respondendo eletromagneticamente com frequências coerentes (suaves e harmônicas, que surgem diante de emoções positivas) ou incoerentes (desiguais e desarmônicas, manifestadas diante de emoções negativas) e dar partida a várias reações corporais. Dessa maneira, o cérebro, o corpo e o próprio coração são capazes de responder inteiramente à realidade circundante”, afirma o pesquisador. A teoria do coração inteligente foi fundamentada com pesquisas feitas principalmente pelo Institute of HeartMath, no Colorado, Estados Unidos. Esse centro de estudos se dedica há mais de 30 anos às pesquisas relacionadas aos aspectos biológicos e energéticos ligados ao coração. A essência da filosofia do HeartMath é comprovar cientificamente que o coração é a chave para experimentar uma sensação de felicidade amorosa e que com algumas técnicas simples é possível manter o campo eletromagnético em frequências mais coerentes, isto é, mais suaves e harmônicas, que propiciem esse sentimento. “O instituto coleta todas as informações de suas pesquisas e as transforma em ferramentas que nos ensinam como ouvir – e seguir – a inteligência altamente intuitiva do coração”, escreveu o pesquisador Doc Children, um dos cientistas fundadores do HeartMath. Se esses pesquisadores estiverem certos, uma revolução pode estar em andamento: em pouco tempo seremos capazes de nos manter em vibrações mais equilibradas de energia com o uso de práticas simples. Lembranças nas células Além de ser a possível sede de uma inteligência emocional específica, segundo alguns estudos o coração também teria a capacidade de registrar e reter memórias. No livro Memória das Células, o dr. Paul Pearsall coletou inúmeros casos de pessoas que, ao receberem um coração transplantado, assumiam algumas características de personalidade do doador ou se lembravam de fatos ligados à pessoa de quem haviam recebido o órgão. “Harold Puthoff [cientista americano especializado em física avançada] dizia que o coração está relacionado a processos energéticos e, portanto, informativos, pois a energia transmite informação. Existe algo a mais nessa história que ainda não foi contado”, afirmou o médico americano, que tem certeza de que ainda há muito a descobrir nesse campo de pesquisa. “O coração inteligente é o grande segredo de todas as tradições espirituais. Estar em sintonia com essa vibração harmônica nos faz mais cooperativos, criativos, abertos e menos agressivos e competitivos”, diz o geólogo e pesquisador americano Gregg Braden. “Esse é o caminho que vai nos tirar do caminho da destruição para o caminho da regeneração”, assegura Braden. A amplitude dos campos eletromagnéticos do coração também significa que nosso campo pode estar em conexão frequente com o campo de outras pessoas. “Basicamente, um campo eletromagnético contém informação. Se nossos campos se comunicam e ressoam em conjunto, estamos trocando informação de forma não consciente”, diz Joseph Pearce. Isto é, nos influenciamos sem perceber. Se campos eletromagnéticos se expressam em conjunto de forma coerente, poderemos ver o mundo de uma forma mais pacífica, apreciativa e amorosa. Mas, se a frequência majoritária for incoerente, nossa visão será afetada pela tensão, pelo medo e pela raiva, ou outras emoções negativas. Com base nessas conclusões, podemos nos imaginar também num Universo onde nosso campo individual vibra em conjunto com campos planetários, estelares ou áreas ainda maiores. Ancorados nessa possibilidade, o grupo de pesquisadores do HeartMath criou um programa global de ressonâncias coerentes (Global Coherence Initiave, CGI) que não só ensina as pessoas a semanterem dentro de uma vibração mais harmônica como mantém medidores de frequência em várias partes do mundo para detectar desequilíbrios e também zonas de equilíbrio e paz. É todo um mundo novo pronto para se abrir. No oriente já se sabia Tradições espirituais de milhares de anos, como a indiana, também revelam muitos segredos com relação ao coração. “Uma das traduções do sânscrito do chacra cardíaco (anahata chacra) é “não tocado”. Isso quer dizer que alguma coisa muito pura e intangível está encerrada nele, algo sutil e eterno que está além do tempo”, diz o monge inglês Peter Sage (Dada Vishvarupananda), do grupo internacional de ações voluntárias Ananda Marga, que há 32 anos estuda e pratica as tradiçõesindianas dentro da linha do tantra ioga. “A evolução espiritual humana passa pelos desafios apresentados em cada chacra a partir do centro básico [muladhara chacra]. Mas é no centro cardíaco que se desenvolvem qualidades mais positivas, em comparação com os centros de energia inferiores. ”Porém, nem tudo são flores nessa área: o chacra anahata é também conhecido como a mandala da tormenta. “Isso significa que ali se desenvolve uma luta entre as qualidades positivas e menos positivas representadas pelas 12 qualidades, ou vritti, visualmente simbolizadas pelas 12 pétalas em volta desse centro energético”, explica Peter Sage. “Esses atributos se apresentam sob a forma de dicotomias polarizadas – esperança versus depressão, por exemplo. Em desarmonia, podem causar turbulências no centro cardíaco. ”Os vritti também revelam a importância desse chacra com relação a emoções e sentimentos. Se ali existem as pétalas relacionadas ao amor, à esperança, ao arrependimento, à imparcialidade e ao poder de discernimento que enxerga além das aparências, também estão presentes a arrogância, a indecisão, o desejo de enganar, a ansiedade, a preocupação e o egoísmo. Enfim, um retrato bastante preciso e verdadeiro do coração humano. De acordo com a tradição indiana, também é no coração que está assentada Shakti, o poder universal feminino, sob a forma de Kakini, deidade representada vestida de dourado com espada e escudo, sentada numa flor de lótus vermelha. “Ela representa o poder discriminativo do coração e sua capacidade em separar, com a espada, o certo do errado e o que é importante do que não é, com discernimento e precisão. A divindade também indica que o coração é um lugar protegido, um lugar onde podemos nos abrigar, por causa do seu escudo”, fala o monge. Os sufis, vertente mística do islamismo, também atribuem extraordinária importância ao coração. Para eles, diferentes invólucros luminosos de várias cores envolvem o órgão vital, cada um deles representando uma qualidade ou atributo a serem desenvolvidos em direção a uma maior consciência e união com o divino, num processo espiritual chamado lataif, que tem o voto do sigilo e por isso não pode ser revelado abertamente. “Geralmente essa prática começa com exercícios que estimulema coragem e a esperança, simbolizadas pela cor branca”, diz o americano Will Van Inwagen, que pertence a uma linhagem sufi com ramificações nos Estados Unidos. “Para os homens, mais especialmente, chega a ser petrificante trabalhar diretamente com a energia do coração, precisamos exatamente de muita coragem para isso. É muito difícil para nós entrarmos em contato com a pura vibração do amor”, diz Inwagen. Mas, para ele, esse é o caminho que pode levá-los a uma maior integração interna com seu aspecto feminino. “Temos as duas energias dentro de nós e é importante trabalhá-las. A prática do lataif nos dá essa possibilidade”, diz. Nas diversas formas de budismo em todo o Oriente, a mente se localiza no coração. Ninguém a localiza no cérebro. Na China, o coração-mente é chamado de shen, no Japão, de shin. Muitos lamas tibetanos, quando falam sobre a mente em seus ensinamentos, apontam na direção do meio do peito. Mesmo na medicina chinesa, o coração é considerado a sede da inteligência e recebe o significativo nome de imperador. Para a maioria das tradições orientais, o coração (ou o meio do peito) é a porta para uma realidade transcendente. Ou seja: há muito tempo as tradições espirituais afirmam o que a ciência começa a descobrir hoje. A perfeita união com o amor Dentro do cristianismo, especialmente o ortodoxo, o coração também tem um importante papel. O Peregrino Russo, obra anônima publicada na Rússia no século 19, narra a história de um homem que poderia ser considerado muito atual: totalmente desiludido com a religião e afastado das formas tradicionais de culto. Enfim, o peregrino russo poderia ser qualquer um de nós em busca de uma espiritualidade mais interior e uma ponte para um contato direto com Deus. Na sua jornada espiritual, ele acaba se encontrando com um staretz, um eremita, que o ensina uma potente oração composta de uma única frase: “Nosso Senhor Jesus Cristo, tende piedade de mim, pecador”. Segundo os conselhos do staretz, essa frase deveria evocar o mais profundo desejo de amor e união com Deus e sincero arrependimento. Além disso, precisaria ser repetida milhares de vezescom a atenção focada no coração. Dizia o eremita que, com o tempo, o poder dessa prece romperia “a pedra do coração” até o amor jorrar em toda sua plenitude. O peregrino segue seu conselho e acompanhamos suas dificuldades até ele chegar ao ponto em que seu amor a Deus explode em seu coração. É uma das páginas mais bonitas da literatura espiritual de todos os tempos. A oração do coração (e o conjunto de preces recitadas pelo padres do deserto na Etiópia no século 3) nasce da influência de muitas linhas espirituais e não pertence apenas aos cristãos nem à tradição ortodoxa. “Existe nela elementos que pertencem a toda a humanidade e que encontramos no hinduísmo, no budismo e também, claro, no judaísmo [cabala] e no sufismo [islamismo]”, diz o padre ortodoxo francês Jean-Yves Leloup no livro a Sabedoria do Monte Athos (Editora Vozes). Para Leloup, que é doutor em teologia, psicologia e filosofia e autor de vários livros, essa frase tem o poder dos mantras em conjunto com a força do amor localizada no coração: a perfeita união. Para a doutrina espírita, esse centro de energia tem o tom de ouro brilhante, com cada um de seus quadrantes dividido em três partes, ou seja, em 12 ondulações, ou raios energéticos. “O coração é um dos principais chacras de absorção e doação de energias que vão do ser humano ao Universo”, diz Aracelis Mirabello, terapeuta de São Paulo que usa em seu consultório técnicas e recursos para equilibrar essa energia. “Mas nos esquecemos de como entrar em contato com ele para usufruir dessa possibilidade.” Amir El-Alouar, terapeuta de São Paulo da linha psicobioenergética, também fala das consequênciasem nossa vida quando nos desligamos dessa harmonia. “Ao nos desconectarmos da sabedoria inata de amor do coração, o intelecto e o ego assumem o controle. Nos voltamos para uma mentalidade de sobrevivência baseada no medo, na ganância, no poder e no controle”, afirma. Dessa forma, diz ElAlouar, passamos a acreditar que estamos separados uns dos outros, e a nossa percepção da vida muda do amor e da unidade para a sensação de limitação e escassez. “Mas é no coração onde podemosencontrar de novo esse sentimento de força, vitalidade e abundância generosa”, diz o terapeuta, que desenvolveu uma série de exercícios ligados ao timo (que energeticamente faz parte do centro cardíaco) para possibilitar essa conexão. Seja por meio de técnicas científicas, das tradições espirituais, seja por meio de terapias, cada vez mais portas se abrem em direção a essa força amorosa e transformadora do coração que pode habitar de novo nossa vida. (Fonte: http://casa.abril.com.br/materia/as-energias-que-vem-do-coracao)

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7 passos para sempre causar uma boa primeira impressão

Segundo especialistas, trinta segundos é tudo o que temos para causar um impacto positivo nas pessoas logo de cara; veja as 7 atitudes para que isso aconteça.

São Paulo – Quanto tempo a “primeira impressão” leva para ser formatada pelo cérebro? Trinta segundos. Em alguns casos, até três minutos. O espaço de tempo é curto e o objetivo ambicioso: gerar empatia e convencer a pessoa do outro lado da conversa que vale a pena seguir mais alguns passos na sua direção.

“A primeira impressão é uma emoção, um sentimento psicológico que a gente deixa na mente das pessoas”, diz a consultora de etiqueta Romaly de Carvalho. “É a imagem formada deste primeiro momento que irá determinar o que pensam sobre nós: se passamos credibilidade, somos confiáveis ou não. Por isso, precisamos caprichar”.

A pressão é tanta que, segundo a especialista, 71% das vendas bem sucedidas são resultado direto do que o comprador achou do vendedor logo de cara.

“Quando a gente gerencia a nossa imagem, estamos cuidando de como os outros irão nos avaliar”, afirma a especialista. E não é necessário forçar a barra para ter uma boa reputação profissional. Veja algumas dicas sutis de como sempre causar um impacto positivo nas pessoas.

1) Invista no conteúdo

“Não é preciso ser especialista, mas é preciso ter um bom entendimento do fluxo das coisas que acontecem a nossa volta”, afirma Romaly. Por isso, investir no conteúdo da mensagem que você transmitirá nas primeiras e demais impressões é essencial.

A estratégia é simples: esteja por dentro do que acontece na sua área de atuação, mas não só. Acompanhe o noticiário, leia mais livros, participe de mais atividades culturais. Enfim, esteja aberto para aprender, sempre.

Em alguns momentos, isso significa que você terá que fazer um planejamento para encarar o encontro. E isso pode demandar consciência das expectativas, estudo e até treino. “A gente confunde criatividade com improviso. Ter jogo de cintura não anula que você precisa se preparar”, diz Caroline Pfeiffer, diretora de marketing e vendas da LLH|DBM.

2) Vista-se para o destino

Coco Chanel disse, certa vez, que não entendia como uma mulher poderia sair de casa sem se arrumar: “talvez este seja a o dia em que ela terá um encontro com o destino. E o melhor é estar o mais bonita possível para o destino”, completou.

A mesma lógica vale para a vida profissional. Nunca se sabe quem você irá encontrar pelos corredores corporativos. “A roupa é um item importante de comunicação e não damos conta disso”, diz a especialista. Fique atento ao dress code da sua área de atuação e para os diferentes tipos de ambientes que você precisará circular. Mas não só.

3) Esbanje simpatia – mesmo com a timidez

Para os introvertidos, espantar a timidez em um primeiro contato pode parecer algo impossível. Mas não é. Basta mirar os olhos do outro e sorrir. “O sorriso informa que você aceita o outro. Quanto a gente não sorri e não fazemos contato visual revelamos que não estamos interessados”, diz Romaly.

4) Entre no ritmo

Quer conquistar empatia logo de cara? Adapte o ritmo da sua fala ao da pessoa do outro lado da conversa. “Algumas pessoas processam a informação mais rápido, outros, de uma forma mais lenta. Cada um tem uma característica psicológica”, diz a consultora de etiqueta. Na prática, isso significa que quem fala mais rápido tende a atropelar o discurso do outro, completar a frase e mergulhar em ansiedade. O outro grupo, por sai vez, entra em angustia diante de quem “vomita frases”, como diz Romaly. Com isso, “a comunicação não acontece”, afirma a especialista.

5) Fale menos

Por isso, uma premissa básica para que a comunicação, de fato, aconteça é deixar o outro também falar. O fato que é, na tentativa alucinada de conquistar o olhar (neste caso, profissional do outro), a gente fala, fala e fala. Provamos por A mais B que não iremos frustrar expectativas. E, no fim, não abrimos espaço para que o outro se expresse – muito menos para checar qual é o feedback dele.

“Precisamos dosar o quanto ouvir ouvir e o quanto falar. Não é por acaso que temos duas orelhas e uma boca”, brinca Caroline. “Talvez a gente devesse usar nesta proporção”.

6) Seja bem educado (em todas ocasiões)

Boa educação é essencial e jamais deve estar restrita ao círculo que você tem interesse. “Não cabe mais a diferenciação entre as pessoas. Não adianta ser cortês na reunião e tratar mal o manobrista”, afirma a especialista da LLH|DBM.

7) Não forçar a barra já é meio caminho andado

A lista de dicas anteriores podem até assustar e dar a impressão de que, para conquistar o encanto alheio, você precisa encenar um outro tipo de personalidade. Ao contrário: quanto mais autêntico, melhor. “É preciso deixar a nossa personalidade fluir”, diz Romaly.

Caroline completa: O essencial é ser você e se interessar, de fato, em conhecer o outro. “O interesse genuíno no outro já é um bom caminho”, diz a especialista.

(FONTE:http://exame.abril.com.br/carreira)

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